segunda-feira, 28 de maio de 2007

Vícios...

Consigo pensar em várias coisas neste momento que viciam.
Drogas como heroína, cocaína e crack normalmente estão no topo da lista de substâncias com alto poder viciativo e ninguém discute o mal que elas fazem.
Tabaco, álcool, cafeína, chocolate... tudo isso vicia. Ninguém discute.
E as pessoas?? Elas viciam??
Será possível ser viciado em alguém??
Tem sempre aquela pessoa da qual você não da conta de se desvencilhar por mais que se esforce. Aquela que, por mais que outras mil pessoas apareçam pra substituí-la, toda vez que ela aparece dá um friozinho na barriga (e olha que só os amores bons dão friozinho na barriga)*.
Aquela que sempre que alguma coisa acontece, vai se passar pela sua cabeça ligar ou se comunicar de qualquer jeito, nem que seja só pra ela ficar sabendo que você bateu o carro ou que o nome do seu cachorro novo é Tobias.
Porque será que isso acontece?
Porque será que as vezes a gente se permite depender de alguém como se quando não estivesse ao lado, faltasse um perna ou um braço?
Tem também aquelas pessoas que você conheceu ontem e pensou: como eu até hoje consegui viver sem ela do meu lado? Como se fosse o crack, o vício acontece de imediato, só precisa experimentar uma vez.
Mas agora a pergunta que não quer calar.
Qual o tamanho do estrago que o vício em alguém pode fazer?
Será que dá overdose, que nem a heroína? Ou vai te matando aos poucos que nem o tabaco?
Quando você tenta sair desse vício, também tem crises de abstinência?
Será que todas as pessoas tem o poder de ser viciantes?
E por último.
O vício em alguém é necessariamente ruim??





* Eu vi esse comentário em algum lugar que não me lembro e achei muito bom, realmente, só os bons amorem dão friozinho na barriga!

3 comentários:

Paulinho Mesquita disse...

Caramba Cu!! Matou a pau hein??!!
Posso roubar um pouquinho sua idéia e escrever um texto sobre isso?
Achei totalmente demais...

Anônimo disse...

Sem palavras.
FUEDA.
bsos!!!

Anônimo disse...

espero o o vício em alguém seja sempre algo proveitoso. pode até ser que exista a crise de abstinência, mas que depois que ela passe, o vício seja lembrado como algo bom, mas que passou, e não como um arrependimento, como a maioria das drogas usuais.

beijos Lilica!
**continuo refletindo sobre seu texto. tô nessa fase agora: reflexão! ;)