sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

saudade...

Hoje eu acordei com saudade de uma coisas que há tempos estavam escondidas dentro da memória.
Saudade das zebras caolhas de Java; de cantar com toda a força pelas ruas do Rio de Janeiro; de tomar café da manhã em plutão (um lindo café, por sinal); de conhecer o filho do maior grileiro do Pará; de ver o por do sol; de andar de moto; de conversar no escuro depois que o sol já se pôs só de preguiça de levantar pra ligar a luz; de dançar até ficar com as pernas exaustas ( e a vontade de dançar ainda não acabar); do cheiro de mar; do clã das adagas voadoras; de descer o morro escorregando com a caixa de papel; de tomar banho de chuva procurando o carro pelo estacionamento....


Chega de saudade.

3 comentários:

Paulinho Mesquita disse...

Saudade boa!
Saudades boas são sempre bem-vindas...

Unknown disse...

saudade...
o melhor ainda é quando a gente assassina ela!

Paula Barros disse...

Quanta saudade criativa e boa, dá até para ter continuação.