domingo, 10 de junho de 2007

E no circo... (parte 2)

Enquanto o equilibista se dedica a seus pratos, o homem bomba fica de longe só observando o movimento.
Vê que o prato do nariz é o principal, vê também que ele não é único. Vê que a atenção que deveria ser exclusiva está sendo dividida com vários outros pratos e pensa: porque não??
Vai lá com toda a sua astúcia e rouba o prato do nariz que, conincidentemente, também é o mais valioso da coleção.
E agora?
Será que algum outro prato é capaz de substituir o do nariz com toda sua graça e charme?
Será que o equilibrista vai sentir tanto prazer em continuar o show sem seu prato mais especial e querido?
Será também que o prato do nariz é sempre o mais valioso da coleção?

Perguntas, várias perguntas....

4 comentários:

Anônimo disse...

Complicado essas perguntas!!!
E qual era a importancia desse prato para o equilibrista? Existia ou era mais um prato na coleção?
Será que era seu prato principal?
Bem, percebe-se que tudo depende de qual lado é pensado, e ao final de tanto questionamento nunca é apresentado o real fato, porém expecula-se que o homem bomba por nunca ter tido um prato de tanta beleza ( ou talvez mesmo nenhum prato ) o desejasse tanto, e por isso o rouba.
Nunca mais esse prato será o mesmo... tanto para o equilibrista quanto para o homem bomba.

Paulinho Mesquita disse...

Nossa, tá mto filosófico esse pensamento pra eu poder responder alguma coisa que valha numa segunda de manhã, depois de um feriado prolongado...

Vi disse...

A vida fica bem mais fácil quando você compreende que não adianta fazer perguntas sem respostas... A vida só te dá as respostas se vc parar de perguntar!!!!

Anônimo disse...

Vivi, adorei sua resposta. Parabens, João. DF